segunda-feira, 6 de abril de 2015 às 22:24

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Se o Carioca acabar, o Vasco vai ser vice de quê?

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O homem pássaro!

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Se entregou...

domingo, 5 de abril de 2015 às 20:05

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Fred pede o fim do sofrimento!

quarta-feira, 18 de março de 2015 às 23:42

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Classificado para próxima fase da Copa do Brasil

Essa semana começou perigosa para o Luxemburgo. Um jogo classificatório pela Copa do Brasil e um clássico contra o Vasco pelo Campeonato Carioca. O primeiro era tido como um jogo fácil, por isso o risco de uma eliminação vexatória. O segundo também complicado, visto que já perdemos o jogo para o Botafogo. Imagina perder os dois jogos. Certamente a pressão para demissão do Luxa seria grande.

Por tudo isso dava para perceber um clima pesado no Ninho do Urubu.

Contra o Brasil de Pelotas o time não jogou bem. Ganhou de 2 a 0, mas o ritmo ficou sempre baixo e com poucas jogadas de criação. Alecgol produziu pouco. Pico e Pará até que tentaram, mas falta qualidade. Canteiros erra demais. É muito ruim para o Flamengo depender desses jogadores. Já Cirino poderia fazer alguma coisa diferente. Não fez. Mas deu passe para o gol do Eduardo.

O time só ficou um pouco mais divertido quando o Paulino entrou. Mais uma vez teve que sair do banco para resolver. Ele mostra que continua sendo o mesmo grande jogador da temporada passada. O único que foi bem.

Resultado, uma classificação burocrática. Será que o time estava se poupando para o clássico de domingo? Os jogadores levaram a partida como um treino de luxo? Acho que não. O fato é que o Flamengo só joga bem quando tem um grande adversário do outro lado. É um time que precisa ser atacado.

Isso é bom, visto que na sequência do ano teremos jogos decisivos do Carioca e o início do Brasileirão. Tenho fé no sucesso caso haja manutenção do Luxemburgo, contratação de três grandes craques e o crescimento do sócio-torcedor. Já imaginou o Flamengo chegar a 100 mil sócios?! O Palmeiras conseguiu.

domingo, 21 de dezembro de 2014 às 10:42

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Léo Moura, o último dos moicanos

Crédito da foto: http://www.metrojornal.com.br/wp-content/uploads/2013/11/flamengo-campeoa-copa-do-brasil-Ricardo-Moraes-Reuters620.jpg

Léo Moura renovou o contrato até o final do Campeonato Carioca. Sério?! Quem ficou satisfeito com isso?

É uma pena que o Flamengo não consiga aprender com os próprios erros. Lembra do Petkovic? O clube aposentou o sérvio à força. Minaram o craque até ele entender que era descartável. Inventaram um jogo de despedida contra o Corinthians no Engenhão. O que ele fez? Destruiu com a partida. Foi o melhor em campo e deixou claro que a aposentaria naquele momento era um erro. Depois dele nunca mais o time teve um camisa 10.

Três anos depois a história se repete. Coincidentemente com Luxemburgo no comando.

Léo Moura é o último dos ídolos, acostumado com título, tem mais de 500 jogos pelo clube, 10 anos de casa e muita lenha para queimar. Não existe camisa 2 do tamanho do Léo Moura.

Por que aposentá-lo? Ele não quer, a torcida não quer, a imprensa não quer. Talvez seja por que o Léo Moura não tem valor de mercado. Empresários gostam de troca troca para faturar. Será o elevado salário? Ele deve ganhar por uns dez Carlos Eduardo. Será pelas contusões? Mas para isso há contrato de produtividade.

Infelizmente a alternativa encontrada pela diretoria para descartá-lo sem aborrecer a torcida, foi estender o contrato até o fim do Carioca. Nada contra o estadual, mas não precisava ser assim. Léo Moura faz parte de uma linhagem do futebol brasileiro que está em extinção. É um craque à moda antiga, tem identificação com a torcida, joga com raça, técnica e sangue no olho. Léo Moura é o último dos moicanos!

sábado, 20 de dezembro de 2014 às 13:15

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A evolução do torcedor para o sócio-torcedor

Confiança se conquista. Eu vinha acompanhando o trabalho da diretoria Chapa Azul com desconfiança. Mas aos poucos fui sendo convencido. Em 2013 o Flamengo foi o clube que mais pagou impostos no Brasil. Eles conseguiram reduzir as dívidas, o número de processos judiciais, conseguiram o título de clube-cidadão e resgataram a confiança da imprensa e torcida. É fato.

Também é fato que ninguém é santo. Não confio 100% em ninguém.

Mas tem me chamado muita atenção a constância de propósitos da diretoria, em especial do presidente Eduardo Bandeira de Mello. Mesmo que 2015 seja ano eleitoral, ele mantém o discurso de austeridade. O presidente continua afirmando que o Flamengo tem que respeitar seus compromissos. Isso é muito bom. Conquistou meu respeito.

Recentemente, com a votação da lei de responsabilidade no esporte, ele defendeu punições a dirigentes ruins. Exigiu contrapartidas para renegociação de dívidas. O Flamengo está se sacrificando para pagar as débitos antigos, por que os outros clubes não?!

Tenho que ajudar esse cara. Pensei isso na hora. Não é justo que algumas pessoas estejam se esforçando tanto, enquanto outros milhões só observam à distância. Alguns ajudam indo ao estádio, outros comprando produtos oficiais ou assinando o pay-per-view. Mas o principal caminho é a conversão para sócio-torcedor.

Não adianta. O clube precisa da torcida! Tem que sair do sofá e entrar em campo!

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013 às 22:23

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Tricampeão brasileiro em virada de mesa

sábado, 2 de novembro de 2013 às 11:16

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Artilheiro ninja!

terça-feira, 30 de julho de 2013 às 22:49

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Elias, um gol com proporções bíblicas

Na história bíblica, Elias foi um profeta. Mas Elias é um personagem que faz parte de inúmeras tradições do folclore pelo mundo. Na Macedónia, Sérvia, Bulgária e Roménia, Elias é conhecido como "O que faz trovejar". Ele é responsável por tempestades de verão, chuva e trovão. O Flamengo agora inclui uma nova alcunha à Elias: o senhor do caos.

Acho bonito esse tipo de coisa. Um golzinho de empate aos 49 minutos do segundo tempo mudou a vida de todo mundo. O primeiro foi o próprio adversário da partida. Com o gol de Elias, o Botafogo deu adeus à liderança do campeonato brasileiro, caindo para quarto e afundando o alvinegro em uma semana de pessimismo e lamúrias.

O gol do Elias também fez trovejar nas Laranjeiras. O pontinho conquistado elevou o Flamengo na tabela e derrubou o Fluminense para a zona de rebaixamento. Sob pressão, demitiram o coitado do técnico Abel Braga. O gol – mais especificamente a comemoração dele – também impactou na imprensa.

Foi necessário uma reportagem no Globo Esporte para explicar porque a comemoração nos braços da galera mereceu cartão amarelo, enquanto aquela outra da Seleção Brasileira na Copa das Confederações, não. O Elias também acabou repercutindo no cenário musical. Fez três gols (sendo dois anulados indevidamente) e pediu música no Fantástico.

O apresentador Tadeu Schmidt consultou o regulamento e descobriu uma brecha (decorrente da visita do Papa ao Brasil) para tocar a música pedida pelo volante artilheiro: um samba do Thiaguinho. Esse por sua vez se emocionou e já iniciou outro ciclo... Enfim. Um gol de empate, de um volante, de um Flamengo entre os últimos no campeonato, contra um Botafogo que carrega um jejum de mais de 20 anos sem vitória, acabou se tornando um evento de proporções bíblicas.

Não é por menos que o nome do cara é Elias.