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sexta-feira, 22 de maio de 2015 às 22:51

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O Flamengo agora dá lucro!



Os flamenguistas vivem um momento histórico, comparável apenas com o início da década de 1980. O Flamengo agora é um clube profissional! Eu duvidava que esse dia chegaria, mas chegou. Graças à competência de uma equipe de gestores e da torcida. Leia abaixo essa ótima reportagem da revista Exame¹ que explora alguns números dessa revolução e curiosidades do amadorismo.
O Flamengo agora dá lucro. Só falta ser campeão

São Paulo - Na manhã do dia 27 de dezembro de 2012, o economista Eduardo Bandeira de Mello e o advogado Rodrigo Tostes entraram na sede da Procuradoria Regional da Fazenda Nacional, no centro do Rio de Janeiro, com uma missão cheia de ineditismo. O primeiro tinha na bagagem mais de três décadas de trabalho no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social ­(BNDES). O segundo, quatro anos na consultoria PwC.

Bandeira e Tostes estavam prestes a se tornar, respectivamente, presidente e vice-presidente de finanças do Clube de Regatas do Flamengo. E eles chegavam à procuradoria para começar a pagar uma dívida de quase 400 milhões de reais do clube com o governo federal. Quando entraram no prédio, de terno e gravata, foram cercados pelos auditores como se fossem dois alienígenas.

“Vocês são mesmo do Flamengo?”, disse um incrédulo funcionário público. Alguém então pediu um cartão com a identificação do clube. Não tinham, já que só tomariam posse dali a algumas horas. A saída foi abrir o computador e mostrar uma reportagem sobre a eleição do Flamengo, ocorrida 24 dias antes, com a imagem dos dois. Só então os procuradores acreditaram: o Flamengo, por livre e espontânea vontade, tinha decidido pagar uma dívida.

A incredulidade dos procuradores se justificava: o Flamengo, time de maior torcida do Brasil, era também uma grande piada, símbolo do descalabro da gestão dos clubes de futebol brasileiros. O Flamengo estava no imaginário popular tanto pelos gols de Zico e pela torcida no Maracanã quanto pela arrasadora frase do meio-campista Vampeta: em sua passagem pelo Flamengo, ele disse que “o clube fingia que pagava e a gente fingia que jogava”.

Administrado de forma amadora e caó­tica, o Flamengo foi afundando numa dívida que chegou, em 2012, a 715 milhões de reais. O clube se tornou inadmi­nistrável. Naturalmente, títulos mais importantes foram rareando. Até que, em 2012, um grupo de empresários e executivos decidiu lançar uma chapa para a presidência do Flamengo, encabeçada por Bandeira de Mello. Era uma proposta inovadora para os padrões nacionais — usar, para valer, as técnicas de gestão empresariais para consertar o Flamengo.

Passados quase 900 dias, a gestão “capitalista” de Bandeira e seus executivos comemora resultados notáveis — todos fora de campo, é verdade. De 2012 a 2014, as receitas do clube saltaram de 190 milhões para 327 milhões de reais, o que coloca o Flamengo no topo do ranking de faturamento do país­ quando descontadas receitas imprevisíveis, como venda de jogadores.

As despesas não cresceram, o que é uma vitória e tanto. O Flamengo anunciou em abril que teve lucro de 64 milhões de reais em 2014, o maior da história do futebol nacional. Em 2013, o prejuízo havia sido de 20 milhões de reais. Em 2012, de 62 milhões. No período, o clube pagou 224 milhões de reais em principal e juros de dívidas; o endividamento caiu de 715 milhões de reais para 577 milhões. Os salários estão em dia.

Nesses dois anos e meio, a nova diretoria encontrou todo tipo de esqueleto nos armários do clube. Um ex-dirigente conta que o Flamengo era “sugado por todos os lados”. O departamento de marketing era constantemente visitado por amigos e parentes de dirigentes e ex-jogadores, que pegavam camisas e outros “brindes” como se estivessem pegando roupa no armário de casa; ex-jogadores eram mantidos na folha de pagamentos e o salário era dividido entre eles e funcionários.

“Não é que os presidentes fossem necessariamente desonestos”, diz o ex-dirigente. “O problema é que eram amadores e delegavam poder para diretores amadores. Ninguém tinha controle e, lá embaixo, muitos funcionários se aproveitavam do clube.”

A medida mais urgente era reequilibrar as finanças. Havia um déficit previsto de 130 milhões de reais para 2013. A situação financeira era tão grave que, se a diretoria antecipasse todas as receitas previstas para o ano, o dinheiro para custear o clube e pagar as contas acabaria em maio.

O quadro se tornava mais grave porque as dívidas provocavam penhoras nas escassas receitas. Oficiais de Justiça apareciam a toda hora com ordem de levar alguns milhões de reais do caixa, que iam para fornecedores ou para pagar o salário de ex-atletas.

O plano tinha três bases: cortar cada centavo que fosse dispensável, renegociar as dívidas caras e de curto prazo e pagar as dívidas que pudessem provocar penhoras judiciais. A medida que mais chamou a atenção foi a dispensa de atletas com altos salários do futebol e dos esportes olímpicos. Mas, antes de colocar as finanças em dia, era preciso organizar o clube. E aí faltava o básico.

O Flamengo funcionava como uma empresa estatal: os departamentos eram feudos, e as informações de cada um deles, confidenciais. Uma troca de dados entre marketing e finanças, por exemplo, era na base do “toma lá da cá”. Para o departamento financeiro aprovar um pagamento de outra área, novas exigências eram feitas. Os contratos eram espalhados pela sede — em qualquer empresa, os originais ficam no jurídico.

Havia dezenas de funcionários registrados que mal apareciam para trabalhar — alguns foram enquadrados; outros, demitidos. Só na vice-presidência de administração foram encontrados 40 nessa situação. A área de tecnologia da informação era de uma fragilidade tal que qualquer hacker iniciante podia entrar no sistema e pegar informações confidenciais de contratos de jogadores.

Não havia orçamento nem controle do fluxo de caixa. O clube tinha depósitos em juízo de 5,5 milhões de reais em diferentes contas. Eram recursos para o pagamento de penhoras trabalhistas, mas ninguém sabia onde estava esse dinheiro (mais tarde, tudo foi centralizado numa só conta).

Para resolver esses problemas, a administração do clube foi profissionalizada e hoje funciona quase como uma empresa: os vice-presidentes amadores se reúnem para dar as diretrizes. A execução é tarefa de diretores remunerados.

Um deles é Paulo Dutra, de finanças, que passou pela consultoria EY e por empresas do setor elétrico, como AES Eletropaulo, Neoenergia e Light. “Futebol precisa ser gerido como uma empresa, como qualquer outra”, diz Dutra, que, como os outros diretores do Flamengo, tem metas e bônus por desempenho.

A segunda tarefa primordial era recuperar o crédito na praça. Para isso, era preciso conseguir as certidões negativas de débito, que atestavam que o clube não tinha pendências com o governo. A diretoria fez algo antes inimaginável: pegou os 60 milhões de reais de um contrato recém-assinado com a fornecedora de material esportivo Adidas e, em vez de contratar um punhado de jogadores, usou cada centavo para pagar dívidas fiscais.

“Não poderíamos tomar uma medida populista de curto prazo que iria prejudicar nosso projeto”, diz Fred Luz, diretor-geral do clube. A certidão foi obtida em 90 dias. Com ela, o clube fechou o patrocínio com a Caixa Econômica Federal — estatais só podem repassar dinheiro para empresas que não tenham obrigações com o Fisco. E, indiretamente, melhorou a imagem do clube, o que atraiu outros patrocinadores.

O faturamento com as empresas que estampam sua marca na camisa chegou a 90 milhões de reais ao ano — recorde no futebol brasileiro. “A marca Flamengo se torna mais valiosa quando é associada a um clube de credibilidade e boa gestão”, diz João Ciaco, diretor de marketing da Fiat Chrysler Automobile, dona da marca Jeep, que, no começo de maio, assinou contrato de patrocínio de 4,5 milhões de reais até o fim do ano.

Outra frente de ataque importante foi o departamento jurídico. No começo de 2013, o clube pelejava em cerca de 600 processos trabalhistas. Hoje, está na casa dos 80.

Quando as vitórias virão? Ter um clube lucrativo e menos endividado significa ganhar mais e perder menos dentro de campo? Até agora, não. O modelo da atual gestão é colocado em xeque sempre que o futebol não corresponde em campo. O pior ocorreu no começo do Campeonato Brasileiro do ano passado, quando o time engatou uma sequência de oito jogos sem vitória.

“A torcida tem pavio curto. Os maus resultados aparecem e tudo que fazemos vira uma porcaria”, diz Wallim Vasconcellos, ex-vice-presidente de futebol. Ali houve também uma pequena crise na diretoria. “Até aquele momento, o grupo era unido. Com as derrotas, alguns passaram a jogar a culpa nos outros”, diz um ex-integrante da diretoria.

O risco de rebaixamento fez com que o clube liberasse uma verba extra para a contratação de jogadores e do técnico Vanderlei Luxemburgo. Deu certo. “Seria muito difícil manter a recuperação se o clube fosse rebaixado”, diz Rodrigo Tostes. Para evitar problema parecido em 2015, a diretoria fez um empréstimo de 4 milhões de reais para contratações.

Pressão pela vitória

As crises mostram uma verdade tão antiga quanto verdadeira — clubes de futebol não existem para dar lucro, mas para ganhar. Por isso é tão difícil ver casos de clubes que mantiveram, por anos a fio, uma gestão financeira racional. A tendência é sacrificar o futuro em nome de uma vitória no domingo seguinte.

Um caso recente é o Corinthians. Em 2012, o time venceu a Libertadores e o Mundial, os dois títulos mais desejados por clubes brasileiros. Naquele ano, faturou 325 milhões de reais. Com títulos e dinheiro, achou que podia abrir os cofres.

Os custos do futebol em relação às receitas, que eram de 65% em 2012, saltaram para 92% em 2014, o que fez com que o clube tivesse um prejuízo de quase 100 milhões de reais. Em 2015, os salários dos jogadores começaram a atrasar. Em maio, o time foi eliminado da Libertadores pelo modestíssimo Guaraní do Paraguai.

No ano passado, o clube faturou, excluída a transferência de atletas, 217 milhões — queda de 33% em relação a 2012. O Santos, que surgiu como exemplo de boa gestão no início da década, hoje vive em crise. Um levantamento do consultor Amir So­mog­gi com 20 clubes mostra que o Flamengo foi o único dos times do eixo Rio-São Paulo a fechar 2014 com as contas no azul.

Os outros são Atlético Paranaense, Goiás, Vitória e Avaí. “Quando os clubes gastam mais do que arrecadam, estão comprometendo o futuro e prejudicando os torcedores lá na frente”, diz o economista Cesar Grafietti, do Itaú BBA, autor de relatórios sobre a saúde financeira dos clubes brasileiros.

Transformar os bons resultados financeiros em vitórias será o grande desafio dos capitalistas do Flamengo. Para sanear o clube, a diretoria montou times apenas razoáveis, contratando jogadores desconhecidos ou pouco aproveitados. Ganhou um estadual e uma inesperada Copa do Brasil, mas flertou com o rebaixamento no Campeonato Brasileiro por dois anos seguidos e, neste ano, não chegou nem às finais do Carioca.

Com eleições no fim do ano, um desempenho pelo menos razoável no Brasileiro é crucial para que o atual projeto se mantenha vivo — ainda que pedindo mais paciência da torcida. “Em três anos, nossa situação financeira vai permitir montarmos grandes times e lutarmos por todos os títulos”, diz o presidente Eduardo Bandeira de Mello.

Em apresentação feita a patrocinadores no dia 18 de maio, os dirigentes mostraram um plano ambicioso para 2020: pelas projeções, a receita ultrapassará os 600 milhões de reais e a dívida ficará abaixo de 300 milhões. Com esses números, o clube poderia, aí sim, investir pesado no futebol.

De 2017 a 2021, o Flamengo espera ganhar quatro campeonatos estaduais, cinco títulos nacionais e pelo menos uma Libertadores da América — tornando-se hegemônico, no Brasil, como os riquíssimos Real Madrid e Barcelona na Espanha. O futebol é o esporte mais popular do mundo pela sua imprevisibilidade.

Um campeonato pode ser decidido numa bola na trave, um erro do árbitro ou um gol aos 43 do segundo tempo. Ter mais dinheiro do que os outros não é garantia de nada. Mas, para evitar que o Flamengo ande para trás — e para fazer com que outros clubes sigam seu exemplo —, uma coisa tem de andar com a outra: dinheiro no bolso e bola na rede.

Humberto Maia Júnior, de Revista EXAME

quarta-feira, 16 de novembro de 2011 às 23:01

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Duracell homenageia os 30 anos do título Mundial do Mengão

Assista à belíssima ação de marketing da Duracell para comemorar os 30 anos do título intercontinental do Flamengo, conquistado em 13 de dezembro de 81. Foi um baile: 3 a 0 sobre o Liverpool. A homenagem está a altura da glória.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011 às 21:33

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Flamengo apresenta camisa com novo patrocínio

Flamengo apresenta camisa com novo patrocínio

Caralho! Até imagens os Flamengo já está aceitando colocar na camisa. O que será que vem por aí...
Com o acerto com a Procter & Gamble, o Flamengo contabiliza R$ 16,6 milhões em patrocínios (já possuía R$ 8 milhões do BMG nas mangas e R$ 2 milhões da TIM no número da camisa). O contrato do clube e a Traffic considera como ponto de partida os R$ 30 milhões recebidos no ano passado (soma dos contratos com Batavo - R$ 22 milhões - e BMG – R$ 8 milhões) e prevê a divisão da quantia excedente da seguinte forma: 50% para Ronaldinho; 30% para o Flamengo e 20% para a Traffic. (Fonte: GloboEsporte)

quinta-feira, 11 de agosto de 2011 às 19:48

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Veja como ficou a camisa do Flamengo com o patrocínio da Proctor & Gambler

O sempre rápido Rodrigo Konder já publicou sua versão para o Manto Sagrado na versão "Proctor & Gambler", com a marca Gillette na frente e Duracell nas costas.

São marcas fortes, combinam com o clube. Só acho que a P&B deveria ter escolhido apenas uma. Daqui a pouco o Flamengo vai ficar igual ao Palmeiras, com #hashtags a cada novo. O ponto positivo ficou por conta da Presidenta Patrícia Amorim, que vetou a comercialização das barras da camisa para o site de compras coletivas "Felicidade Urbana".


E aí, o que achou da nova camisa? Vale R$ 180,00?

quarta-feira, 10 de agosto de 2011 às 22:57

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Flamengo fecha patrocínio com Procter & Gamble

Parabéns ao Flamengo por ter conseguido sobreviver 8 meses sem nenhum salário atrasado.
Criticado por ter preferido o Corinthians ao Flamengo, quando retornou para atuar no futebol brasileiro, o ex-atacante Ronaldo deverá lucrar agora com seu antigo clube do coração. A 9ine, empresa de marketing esportivo do Fenômeno, acertou patrocínio master e das costas para o time carioca com a Procter & Gamble. A informação está na coluna Painel FC, assinada por Eduardo Ohata e Bernardo Itri, publicada nesta quarta-feira pela Folha. A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha. O patrocínio será votado amanhã pelo conselho do clube rubro-negro. Se for aprovado, a comissão da agência de Ronaldo será de R$ 975 mil. O valor do patrocínio que ficará com o Flamengo é de R$ 5,625 milhões. O acordo, com duração até o final do ano, prevê o logo da Gillette na frente da camisa e o da Duracell nas costas. As duas marcas são da multinacional. Quando acertou a contratação do meia-atacante Ronaldinho, a expectativa do Flamengo era conseguir um patrocínio master no valor de R$ 30 milhões por ano. Além do patrocínio master e das costas, ainda será votado no conselho do clube o patrocínio para a barra da camisa, com o site Felicidade Urbana. Esse contrato renderá ao Flamengo R$ 5,2 milhões. (Fonte: Folha Online)

sábado, 16 de julho de 2011 às 10:26

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Ronaldinho entra na campanha do "tijolinho"


Na próxima semana, o Flamengo lançará, em comerciais na TV Globo, a nova peça publicitária do Rubro-negro para sempre, a campanha do "tijolinho", que visa eternizar o nome dos torcedores na história do clube e arrecadar verba para ajudar na construção do centro de treinamento. E a estrela da vez será Ronaldinho Gaúcho. Com 10 temporadas na Europa, o craque rubro-negro sabe o quanto um CT de ponta é importante para um clube e aprova essa participação da Nação no projeto. (Fonte: Flamengo)
Cada "tijolinho"custa R$250 e o pagamento pode ser parcelado em até cinco vezes nos cartões de crédito. Compre aqui!

domingo, 20 de março de 2011 às 14:24

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Obama agora é rubro-negro

Podem dizer o que quiser sobre a "Operação Obama", mas a verdade é que foi bem divertido vê o presidente dos Estados Unidos recebendo O Manto. Parabéns à Patrícia Amorim, que mesmo sob críticas, manteve seu objetivo: dá uma mensagem ao mundo. Simbolicamente foi uma das ações de marketing mais bem sucedidas dos últimos tempos.

Barack Obama

Barack Obama

Barack Obama

Barack Obama

E a entrega da camisa acabou só se realizando por vontade do próprio Obama. O cerimonial norte-americano, que havia autorizado a presidente do Flamengo entregar o manto à ele, mudou os planos na manhã deste domingo. Sendo assim, Patricia Amorim vestiu a camisa que levava o nome do presidente norte-americano nas costas e esperou por ele, sozinha no gramado da Gávea. (Fonte: Flamengo)

sábado, 19 de março de 2011 às 17:55

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Nova camisa do Flamengo com patrocínio da Hyundai e TIM

Olha aí como deve ficar O Manto com os patrocínios da Hyundai e TIM. Belo trabalho do R.Konder publicado em seu blog.

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Update: Atualizei o post com as cores reais que os patrocinadores devem estampar na camisa, sendo o laranja da BMG e o azul da TIM e Hyundai. A versão com os patrocínios em branco na camisa titular e reserva é apenas uma sugestão do R.Konder. Uma pena que seja assim. Tudo bem que toda marca tem suas próprias cores e deseja ser identificada assim. Mas eu entendo que numa camisa de futebol ela deveria respeitar a tradição do clube. Vermelho, preto, branco, laranja e azul é muito apapagaiado pro meu gosto.

quinta-feira, 17 de março de 2011 às 20:17

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Obama no Flamengo

Poucos devem lembrar, mas segundos antes do gol do Flamengo o sósia do presidente americano Barack Obama apareceu na transmissão da TV. Tenho esse momento gravado, veja o vídeo. Depois daquele título, o cara tornou-se um torcedor símbolo do rubro-negro.

E para comemorar essa relação, que talvez ele nem saiba, o Obama verdadeiro desembarcará no Rio de Janeiro nesse sábado. O helicóptero vai pousar no gramado da Gávea e o presidente vestirá o Manto. Já pensou? Para ficar perfeito bastava o sósia está lá para receber o sujeito. Seria demais.

Obama do mengão

domingo, 27 de fevereiro de 2011 às 17:07

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Patrícia Amorim é destaque no jornal The New York Times

A mandatária rubro-negra começa a colher os frutos da megaexposição causada pelo Ronaldinho. Nesse sábado ela foi destaque no jornal norte-americano The New York Times. Leia a reportagem original em inglês aqui.

Patrícia Amorim no The New York Times

domingo, 20 de fevereiro de 2011 às 18:53

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Rap do Angelim

Angelim

O site do Flamengo lançou o concurso cultural "Canta Nação. Mengão é pra ver, ouvir e sentir." O torcedor cria uma música, joga na internet e concorre a prêmios. Achei a ideia boa. E para comemorar mais uma vitória sobre o Botafogo, criei o Rap do Angelim, paródia do famoso rap do Cidinho e Doca.

Quem gostar, vota em mim no site: http://www.flamengo.com.br/site/cantanacao


RAP DO ANGELIM

Flaflaflaflaflaflaflaflaflafla
Flaflaflaflaflaflaflafla
Flaflaflaflaflaflaflaflaflafla
clack bum
Flaflaflaflaflaflaflafla

A nossa defesa é ruim de invadir
Vamo ser campeão com gol do Angelim
Porque no Maraca eu vou dizer como é que é
Aqui não tem mole pra Zidane, Platini ou pro Pelé
Jogando aqui até o Barça treme
Não tem mole pro arroz, vasquim ou pra quem geme
Dou um senhor recado para os amigos meus
Sai da frente do Mengão pois é o time de Deus
Fé no Zico, nosso rei!
Vamo lá...

domingo, 6 de fevereiro de 2011 às 15:01

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O site que não acessa

Fiquei sabendo que no jogo de hoje contra o Boavista, o Flamengo vai estampar a URL oficial do clube (www.flamengo.com.br) no espaço do patrocínio. Provavelmente o número de acessos deve dá uma crescidinha, correto? Isso se o seu navegador rodar flash, caso contrário (iPad, por exemplo), você não entra. Quer dizer: o time vai promever um site que muita gente não vai conseguir acessar. Grande ação de marketing essa...

Site oficial do Flamengo

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010 às 21:04

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O fim do manto sagrado!

Depois de acertar o patrocínio com a Batavo e aceitar um imenso emblema azul na frente e nas costa do "manto sagrado", o Flamengo está prestes a acertar com o Banco BMG e estampar a marca nas mangas. Bom para os cofres, mas e para nossas tradições seculares?

Penso da seguinte forma: se é para ser assim, sugiro que o Flamengo deveria aderir de vez à moda dos mega-patrocínios. O clube deveria trocar suas cores. Quem sabe um manto azulão. Ficaria bem com a logo da Batavo. Laranja também fica show. É para se vender? Então muda de nome. Clube de Regatas Batavo/BMG.

No vôlei é assim. Quando uma empresa compra o clube, ela muda tudo. Lembra do Bradesco no Osasco? Tudo vermelho. No futebol aos poucos as grandes empresas começam a dominar. Você sabe qual a cor do uniforme de treinamento do alvi-negro Atlético Mineiro? Sabe quem é o patrocinador...

Acho dinheiro importante sim! Mas ele não pode roubar nossa identidade. Não pode ser maior do que nossas tradições. Quer patrocinar o Flamengo? Pois sujeite-se ao nosso padrão de cores e formatos. Isso valoriza o clube e, por tabela, o próprio patrocinador. Não podemos vender nossa alma!

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 às 22:34

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1 milhão de camisas no bolso da Olympikus

Em julho desse ano o Flamengo comemorou a assinatura de um contrato com a Olympikus. A empresa de material esportivo investirá R$ 20 milhões anuais no clube. Comparado ao que a Nike pagava, é um valor realmente significativo. Todo mundo comemorou.

De lá pra cá a Olympikus já vendeu 1.101.259 camisas do Flamengo. O número, segundo o site oficial, é um recorde absoluto no futebol do país. O uniforme custa nas lojas a bagatela de R$ 159,90. Fazendo uma continha rápida, chegamos à receita de R$ 176.091.314,10. Desse valor, somente R$ 8.810.072,00 vai pro Flamengo, pois o clube recebe R$ 8,00 por cada camisa vendida.

Tirando os custos do material e o percentual que fica pro lojista, o resto é lucro da Olympikus. Arredondando a conta, a empresa faturou nesses cinco meses de contrato, algo em torno de R$ 100 milhões de reais. Isso somente vendendo camisas, não estou contando a comercialização de meiões, camisas de treino, etc.

O site do clube fez muita propaganda dessa "marca histórica", inclusive dividindo espaço com o hexacampeonato brasileiro conquistado no domingo.

Como um negócio desses é possível?

Pode parecer inocência da minha parte, mas acredito que se o Flamengo tivesse ele próprio assumido o controle da fabricação, distribuição, publicidade e venda das camisas, teria ganho nesses cinco meses, R$ 100 milhões, ao invés dos míseros R$ 28,8 milhões pagos pela Olympikus.

Não sou contra a terceirização. Sou contra esse modelo comercial que tira R$ 159,90 do bolso do torcedor e entrega R$ 8,00 ao clube. E isso é só um de exemplo mínimo de como o Flamengo perde dinheiro por sua própria incapacidade de compreender o valor de sua marca.

terça-feira, 11 de agosto de 2009 às 02:00

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Cidadão Rubro-Negro

O Flamengo lançou hoje um projeto bem interessante: o "Cidadão Rubro-Negro". De maneira geral é um espaço para integrar e mobilizar a torcida do mengão mundo afora. De quebra o torcedor ainda pode ganhar uma viagem ao Rio de Janeiro para acompanhar o time antes do jogo contra o Sport. Eu já fiz meu cadastro: www.cidadaorubronegro.com.br.

Veja abaixo o vídeo oficial da campanha:

quinta-feira, 9 de julho de 2009 às 03:05

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Camisa com prazo de validade

O Flamengo anunciou hoje um novo patrocínio para a camisa: Postos Ale. Confesso que nunca ouvi falar. Fiquei triste. Paguei R$ 160,00 e ainda nem recebi a camisa, mesmo assim ela já está vencida.

Camisa do Flamengo versão imaginada Postos Ale

Para outros clubes isso pode até parecer normal, mas para o Flamengo não. Nos acostumamos a vestir um patrocinador conhecido, em ter uma camisa igual por todo o ano. Até mesmo as cores e desenho da Petrobras combinavam bem com o mengão.

Estou profundamente arrependido de ter gasto dinheiro com esse "abadá". Sei que estamos vivendo tempos difíceis. As grandes empresas não querem mais investir em patrocínios. Os clubes estão quebrados. Ainda assim é lamentável a ideia de um patrocinio a cada três meses.

A única solução seria vender o Flamengo... pra torcida. Segundo cálculos feitos pela revista Superinteressante desse mês, bastaria cada rubro-negro colaborar com R$ 1,85 por ano. Com isso teríamos um orçamento de R$ 60 milhões. Eu acho esse um bom caminho para acabar com a camisa de aluguel. Agora é escolher bem quem será o responsável pelo dízimo.

Update: O site Globoesporte.com perguntou ao Túlio Formicola, diretor da Olympikus, se de alguma forma essa notícia de que o Flamengo terá um novo patrocinador a partir de outubro (Ale) poderia atrapalhar as vendas. Ele disse: "Não acredito. São três meses de Olympikus Tube e o torcedor irá adquirir um item diferenciado: a primeira camisa do Flamengo fabricada pelo novo fornecedor." Papo furado. Quem daria R$160 numa camisa com validade de 3 meses?

quarta-feira, 22 de abril de 2009 às 22:52

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Cia. do Terno é o novo patrocinador do Flamengo

Pelo menos na camisa do time de Basquete. Segundo informação do GloboEsporte.com, a empresa vai pagar R$ 400 mil, valor equivalente a dois meses de contrato, encerrando no fim da NBB. A camisa com o novo patrocinador já está pronta (mal feita, repare) e vai estrear nesta sexta-feira na partida entre Flamengo e Cetaf Vila Velha.

O craque Marcelinho, que completou 100 jogos pelo mengão, comemorou o acordo.

- Foi um presente no meu centésimo jogo pelo Flamengo. Não poderia esperar nada melhor. Isso nos dá tranquilidade para seguir fazendo o que a gente tem que fazer, que é apenas jogar basquete. Sabemos das dificuldades que enfrentamos, e agora estamos muito felizes com este momento. Agora, posso jogar mil, 2 mil partidas.

Sinceramente? Acho ridículo o Manto Sagrado estampando uma marca tão pequena. O Flamengo é time para contratos milionários e não migalhas. Achei até louvável nosso presidente declarar que o mengão não iria se render aos patrocínios temporários, como fez o Corinthians. Mas num momento desses, com a equipe de basquete passando fome, danem-se meus princípios. Nessa hora vale tudo.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008 às 20:01

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Escolha o Urubu-Móvel para o Flamengo em 2009

A divisão de caminhões e ônibus da Volkswagen fez uma parceria com Flamengo, Corinthians, Santos, Internacional e Vasco. O ônibus dessas equipes para 2009 será customizado. A inovação é que o torcedor poderá entrar no site Vwcofutebol e escolher uma das três opções de pintura até o dia 10/12/08. Para o nosso "Urubu-Móvel", escolhi a opção 1.

Segundo o site oficial do Flamengo, o ônibus terá frigobar, ar condicionado, televisores com tela de LCD e banheiro. Atualmente o mengão usa transporte alugado para levar os jogadores a jogos e concentrações.