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sexta-feira, 22 de maio de 2015 às 22:51

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O Flamengo agora dá lucro!



Os flamenguistas vivem um momento histórico, comparável apenas com o início da década de 1980. O Flamengo agora é um clube profissional! Eu duvidava que esse dia chegaria, mas chegou. Graças à competência de uma equipe de gestores e da torcida. Leia abaixo essa ótima reportagem da revista Exame¹ que explora alguns números dessa revolução e curiosidades do amadorismo.
O Flamengo agora dá lucro. Só falta ser campeão

São Paulo - Na manhã do dia 27 de dezembro de 2012, o economista Eduardo Bandeira de Mello e o advogado Rodrigo Tostes entraram na sede da Procuradoria Regional da Fazenda Nacional, no centro do Rio de Janeiro, com uma missão cheia de ineditismo. O primeiro tinha na bagagem mais de três décadas de trabalho no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social ­(BNDES). O segundo, quatro anos na consultoria PwC.

Bandeira e Tostes estavam prestes a se tornar, respectivamente, presidente e vice-presidente de finanças do Clube de Regatas do Flamengo. E eles chegavam à procuradoria para começar a pagar uma dívida de quase 400 milhões de reais do clube com o governo federal. Quando entraram no prédio, de terno e gravata, foram cercados pelos auditores como se fossem dois alienígenas.

“Vocês são mesmo do Flamengo?”, disse um incrédulo funcionário público. Alguém então pediu um cartão com a identificação do clube. Não tinham, já que só tomariam posse dali a algumas horas. A saída foi abrir o computador e mostrar uma reportagem sobre a eleição do Flamengo, ocorrida 24 dias antes, com a imagem dos dois. Só então os procuradores acreditaram: o Flamengo, por livre e espontânea vontade, tinha decidido pagar uma dívida.

A incredulidade dos procuradores se justificava: o Flamengo, time de maior torcida do Brasil, era também uma grande piada, símbolo do descalabro da gestão dos clubes de futebol brasileiros. O Flamengo estava no imaginário popular tanto pelos gols de Zico e pela torcida no Maracanã quanto pela arrasadora frase do meio-campista Vampeta: em sua passagem pelo Flamengo, ele disse que “o clube fingia que pagava e a gente fingia que jogava”.

Administrado de forma amadora e caó­tica, o Flamengo foi afundando numa dívida que chegou, em 2012, a 715 milhões de reais. O clube se tornou inadmi­nistrável. Naturalmente, títulos mais importantes foram rareando. Até que, em 2012, um grupo de empresários e executivos decidiu lançar uma chapa para a presidência do Flamengo, encabeçada por Bandeira de Mello. Era uma proposta inovadora para os padrões nacionais — usar, para valer, as técnicas de gestão empresariais para consertar o Flamengo.

Passados quase 900 dias, a gestão “capitalista” de Bandeira e seus executivos comemora resultados notáveis — todos fora de campo, é verdade. De 2012 a 2014, as receitas do clube saltaram de 190 milhões para 327 milhões de reais, o que coloca o Flamengo no topo do ranking de faturamento do país­ quando descontadas receitas imprevisíveis, como venda de jogadores.

As despesas não cresceram, o que é uma vitória e tanto. O Flamengo anunciou em abril que teve lucro de 64 milhões de reais em 2014, o maior da história do futebol nacional. Em 2013, o prejuízo havia sido de 20 milhões de reais. Em 2012, de 62 milhões. No período, o clube pagou 224 milhões de reais em principal e juros de dívidas; o endividamento caiu de 715 milhões de reais para 577 milhões. Os salários estão em dia.

Nesses dois anos e meio, a nova diretoria encontrou todo tipo de esqueleto nos armários do clube. Um ex-dirigente conta que o Flamengo era “sugado por todos os lados”. O departamento de marketing era constantemente visitado por amigos e parentes de dirigentes e ex-jogadores, que pegavam camisas e outros “brindes” como se estivessem pegando roupa no armário de casa; ex-jogadores eram mantidos na folha de pagamentos e o salário era dividido entre eles e funcionários.

“Não é que os presidentes fossem necessariamente desonestos”, diz o ex-dirigente. “O problema é que eram amadores e delegavam poder para diretores amadores. Ninguém tinha controle e, lá embaixo, muitos funcionários se aproveitavam do clube.”

A medida mais urgente era reequilibrar as finanças. Havia um déficit previsto de 130 milhões de reais para 2013. A situação financeira era tão grave que, se a diretoria antecipasse todas as receitas previstas para o ano, o dinheiro para custear o clube e pagar as contas acabaria em maio.

O quadro se tornava mais grave porque as dívidas provocavam penhoras nas escassas receitas. Oficiais de Justiça apareciam a toda hora com ordem de levar alguns milhões de reais do caixa, que iam para fornecedores ou para pagar o salário de ex-atletas.

O plano tinha três bases: cortar cada centavo que fosse dispensável, renegociar as dívidas caras e de curto prazo e pagar as dívidas que pudessem provocar penhoras judiciais. A medida que mais chamou a atenção foi a dispensa de atletas com altos salários do futebol e dos esportes olímpicos. Mas, antes de colocar as finanças em dia, era preciso organizar o clube. E aí faltava o básico.

O Flamengo funcionava como uma empresa estatal: os departamentos eram feudos, e as informações de cada um deles, confidenciais. Uma troca de dados entre marketing e finanças, por exemplo, era na base do “toma lá da cá”. Para o departamento financeiro aprovar um pagamento de outra área, novas exigências eram feitas. Os contratos eram espalhados pela sede — em qualquer empresa, os originais ficam no jurídico.

Havia dezenas de funcionários registrados que mal apareciam para trabalhar — alguns foram enquadrados; outros, demitidos. Só na vice-presidência de administração foram encontrados 40 nessa situação. A área de tecnologia da informação era de uma fragilidade tal que qualquer hacker iniciante podia entrar no sistema e pegar informações confidenciais de contratos de jogadores.

Não havia orçamento nem controle do fluxo de caixa. O clube tinha depósitos em juízo de 5,5 milhões de reais em diferentes contas. Eram recursos para o pagamento de penhoras trabalhistas, mas ninguém sabia onde estava esse dinheiro (mais tarde, tudo foi centralizado numa só conta).

Para resolver esses problemas, a administração do clube foi profissionalizada e hoje funciona quase como uma empresa: os vice-presidentes amadores se reúnem para dar as diretrizes. A execução é tarefa de diretores remunerados.

Um deles é Paulo Dutra, de finanças, que passou pela consultoria EY e por empresas do setor elétrico, como AES Eletropaulo, Neoenergia e Light. “Futebol precisa ser gerido como uma empresa, como qualquer outra”, diz Dutra, que, como os outros diretores do Flamengo, tem metas e bônus por desempenho.

A segunda tarefa primordial era recuperar o crédito na praça. Para isso, era preciso conseguir as certidões negativas de débito, que atestavam que o clube não tinha pendências com o governo. A diretoria fez algo antes inimaginável: pegou os 60 milhões de reais de um contrato recém-assinado com a fornecedora de material esportivo Adidas e, em vez de contratar um punhado de jogadores, usou cada centavo para pagar dívidas fiscais.

“Não poderíamos tomar uma medida populista de curto prazo que iria prejudicar nosso projeto”, diz Fred Luz, diretor-geral do clube. A certidão foi obtida em 90 dias. Com ela, o clube fechou o patrocínio com a Caixa Econômica Federal — estatais só podem repassar dinheiro para empresas que não tenham obrigações com o Fisco. E, indiretamente, melhorou a imagem do clube, o que atraiu outros patrocinadores.

O faturamento com as empresas que estampam sua marca na camisa chegou a 90 milhões de reais ao ano — recorde no futebol brasileiro. “A marca Flamengo se torna mais valiosa quando é associada a um clube de credibilidade e boa gestão”, diz João Ciaco, diretor de marketing da Fiat Chrysler Automobile, dona da marca Jeep, que, no começo de maio, assinou contrato de patrocínio de 4,5 milhões de reais até o fim do ano.

Outra frente de ataque importante foi o departamento jurídico. No começo de 2013, o clube pelejava em cerca de 600 processos trabalhistas. Hoje, está na casa dos 80.

Quando as vitórias virão? Ter um clube lucrativo e menos endividado significa ganhar mais e perder menos dentro de campo? Até agora, não. O modelo da atual gestão é colocado em xeque sempre que o futebol não corresponde em campo. O pior ocorreu no começo do Campeonato Brasileiro do ano passado, quando o time engatou uma sequência de oito jogos sem vitória.

“A torcida tem pavio curto. Os maus resultados aparecem e tudo que fazemos vira uma porcaria”, diz Wallim Vasconcellos, ex-vice-presidente de futebol. Ali houve também uma pequena crise na diretoria. “Até aquele momento, o grupo era unido. Com as derrotas, alguns passaram a jogar a culpa nos outros”, diz um ex-integrante da diretoria.

O risco de rebaixamento fez com que o clube liberasse uma verba extra para a contratação de jogadores e do técnico Vanderlei Luxemburgo. Deu certo. “Seria muito difícil manter a recuperação se o clube fosse rebaixado”, diz Rodrigo Tostes. Para evitar problema parecido em 2015, a diretoria fez um empréstimo de 4 milhões de reais para contratações.

Pressão pela vitória

As crises mostram uma verdade tão antiga quanto verdadeira — clubes de futebol não existem para dar lucro, mas para ganhar. Por isso é tão difícil ver casos de clubes que mantiveram, por anos a fio, uma gestão financeira racional. A tendência é sacrificar o futuro em nome de uma vitória no domingo seguinte.

Um caso recente é o Corinthians. Em 2012, o time venceu a Libertadores e o Mundial, os dois títulos mais desejados por clubes brasileiros. Naquele ano, faturou 325 milhões de reais. Com títulos e dinheiro, achou que podia abrir os cofres.

Os custos do futebol em relação às receitas, que eram de 65% em 2012, saltaram para 92% em 2014, o que fez com que o clube tivesse um prejuízo de quase 100 milhões de reais. Em 2015, os salários dos jogadores começaram a atrasar. Em maio, o time foi eliminado da Libertadores pelo modestíssimo Guaraní do Paraguai.

No ano passado, o clube faturou, excluída a transferência de atletas, 217 milhões — queda de 33% em relação a 2012. O Santos, que surgiu como exemplo de boa gestão no início da década, hoje vive em crise. Um levantamento do consultor Amir So­mog­gi com 20 clubes mostra que o Flamengo foi o único dos times do eixo Rio-São Paulo a fechar 2014 com as contas no azul.

Os outros são Atlético Paranaense, Goiás, Vitória e Avaí. “Quando os clubes gastam mais do que arrecadam, estão comprometendo o futuro e prejudicando os torcedores lá na frente”, diz o economista Cesar Grafietti, do Itaú BBA, autor de relatórios sobre a saúde financeira dos clubes brasileiros.

Transformar os bons resultados financeiros em vitórias será o grande desafio dos capitalistas do Flamengo. Para sanear o clube, a diretoria montou times apenas razoáveis, contratando jogadores desconhecidos ou pouco aproveitados. Ganhou um estadual e uma inesperada Copa do Brasil, mas flertou com o rebaixamento no Campeonato Brasileiro por dois anos seguidos e, neste ano, não chegou nem às finais do Carioca.

Com eleições no fim do ano, um desempenho pelo menos razoável no Brasileiro é crucial para que o atual projeto se mantenha vivo — ainda que pedindo mais paciência da torcida. “Em três anos, nossa situação financeira vai permitir montarmos grandes times e lutarmos por todos os títulos”, diz o presidente Eduardo Bandeira de Mello.

Em apresentação feita a patrocinadores no dia 18 de maio, os dirigentes mostraram um plano ambicioso para 2020: pelas projeções, a receita ultrapassará os 600 milhões de reais e a dívida ficará abaixo de 300 milhões. Com esses números, o clube poderia, aí sim, investir pesado no futebol.

De 2017 a 2021, o Flamengo espera ganhar quatro campeonatos estaduais, cinco títulos nacionais e pelo menos uma Libertadores da América — tornando-se hegemônico, no Brasil, como os riquíssimos Real Madrid e Barcelona na Espanha. O futebol é o esporte mais popular do mundo pela sua imprevisibilidade.

Um campeonato pode ser decidido numa bola na trave, um erro do árbitro ou um gol aos 43 do segundo tempo. Ter mais dinheiro do que os outros não é garantia de nada. Mas, para evitar que o Flamengo ande para trás — e para fazer com que outros clubes sigam seu exemplo —, uma coisa tem de andar com a outra: dinheiro no bolso e bola na rede.

Humberto Maia Júnior, de Revista EXAME

sábado, 20 de dezembro de 2014 às 13:15

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A evolução do torcedor para o sócio-torcedor

Confiança se conquista. Eu vinha acompanhando o trabalho da diretoria Chapa Azul com desconfiança. Mas aos poucos fui sendo convencido. Em 2013 o Flamengo foi o clube que mais pagou impostos no Brasil. Eles conseguiram reduzir as dívidas, o número de processos judiciais, conseguiram o título de clube-cidadão e resgataram a confiança da imprensa e torcida. É fato.

Também é fato que ninguém é santo. Não confio 100% em ninguém.

Mas tem me chamado muita atenção a constância de propósitos da diretoria, em especial do presidente Eduardo Bandeira de Mello. Mesmo que 2015 seja ano eleitoral, ele mantém o discurso de austeridade. O presidente continua afirmando que o Flamengo tem que respeitar seus compromissos. Isso é muito bom. Conquistou meu respeito.

Recentemente, com a votação da lei de responsabilidade no esporte, ele defendeu punições a dirigentes ruins. Exigiu contrapartidas para renegociação de dívidas. O Flamengo está se sacrificando para pagar as débitos antigos, por que os outros clubes não?!

Tenho que ajudar esse cara. Pensei isso na hora. Não é justo que algumas pessoas estejam se esforçando tanto, enquanto outros milhões só observam à distância. Alguns ajudam indo ao estádio, outros comprando produtos oficiais ou assinando o pay-per-view. Mas o principal caminho é a conversão para sócio-torcedor.

Não adianta. O clube precisa da torcida! Tem que sair do sofá e entrar em campo!

quarta-feira, 19 de setembro de 2012 às 20:14

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Por que estão tentando romper o contrato com a Olympikus?

É um absurdo o que o Flamengo vem fazendo com a Olympikus. Com contrato assinado até 2014 a atual diretoria está forçando uma quebra do vínculo para assinar com a Adidas. Pra quê? Ora bolas, a Adidas ofereceu R$ 350 milhões. O montante é o mesmo com a Olympikus já paga, mas com uma diferença: eles prometem antecipar grande parte do valor até o final do ano.

Como sabemos, o mandado dessa diretoria está chegando ao fim. Então me diga: o que eles irão fazer com todos esses milhões? Pagar os atradados dos jogadores? Pagar o INSS? Estruturar o clube? Comprar um camisa 10? Construir um estádio? Uma sede?

Tenho pena da Olympikus. Agora vai ter que entrar na justiça para conseguir diminuir o prejuízo financeiro. A consequência disso e a suspensão da verba destinada à construção do museu e dos R$ 50 mil que ajudavam a pagar o Vagner Love.

No que isso vai dá?

Todo mundo já sabe. Dívida com o Love, dívida com a Olympikus, desastre financeiro para a próxima gestão e mais 10 anos de vergonha para a torcida. Até quando vai o amor do flamenguista diante disso tudo? Até quando?

segunda-feira, 3 de setembro de 2012 às 23:37

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Reportagem da ESPN mostra o esquema político de Patrícia Amorim

Política no Flamengo é um coisa nojenta! A ESPN deu mais uma prova disso, revelando o nome das 25 pessoas que lotam o gabinete da vereadora Patrícia Amorim. No cabide inclui o sócio do Capitão Léo. Que maravilha! O sujeito que aprova as contas da presidente rubro-negra é o mesmo que recebe dinheiro público... E ainda tem gente que consegue torcer.

sábado, 21 de julho de 2012 às 01:59

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Nada é tão ruim que o capitão Léo não possa piorar

Para quem acha -- com razão -- que o Flamengo enfrenta um dos piores momentos de sua história, o GloboEsporte.com hoje tirou uma pérola do baú. Em 2009, durante entrevista coletiva com o então presidente Márcio Braga, o amado capitão Léo apronta uma das suas.

E olha que veio o hexa...

quarta-feira, 23 de maio de 2012 às 19:06

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O fim da gordura boa

A geração anos 80 do Flamengo tornou o clube grande. Deu soberania ao rubro-negro em diversas esferas. Foram quatro brasileiros, uma Libertadores e um mundial. Aquela geração formou dezenas de milhões de torcedores fanáticos, criou a mítica do Maracanã e definiu o significado de Manto Sagrado.

Mas para os infelizes que nasceram depois dos anos 80, sobrou a gordura. Salvo as exceções, ano após ano a torcida viu de perto o clube ser depredado. A marca CRF que tanto trazia respeito, hoje é sinônimo de deboche.

O Flamengo perdeu a hegemonia no Campeonato Brasileiro, foi esquecido internacionalmente e deixado para trás nas conquistas dos torneios mais importantes. Pior do que isso, o time esqueceu a tradição tática ofensista e se amarrou aos volantes medíocres.

A última muleta do Flamengo é a torcida. A chamada Nação, viu os são-paulinos e palmeirenses multiplicarem-se nos anos 90, o Santos virando febre em 2000 e Corinthians transformando-se em monstro demolidor. Tanto que recente pesquisa entre os jogadores mostrou que os corintianos são os mais temidos nas arquibancadas.

Sem glórias, ídolos e torcida, o que sobrou do Flamengo? Nada... Ou melhor: dívidas. Ao longo dos anos temos acompanhado uma sucessão de conselheiros e diretores enchendo o bolso de grana, roubando o clube e destruindo a esperança de um futuro. Hoje o Flamengo não tem camisa, não tem respeito e acabou a moral. Qualquer um chega na loja, por exemplo, pega o que quer e sai sem pagar.

Afinal, pelo princípio vampetiano, se o Flamengo finge que paga o Ronaldinho, o Assis tem todo direito de fingir que paga pelas camisas.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011 às 21:49

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Campanha: #VoltaAndrade

Sou partidário da gestão da Patrícia Amorim. Mas a humilhação ao Andrade é um erro brutal. É triste vê o hexacampeão brasileiro se rebaixando por clube. O lugar do Andrade é no Flamengo, a Patrícia precisa entender isso. Passou da hora do retorno do herói. #VoltaAndrade

#VoltaAndrade

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sexta-feira, 27 de maio de 2011 às 21:50

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Patrícia Amorim fala do carinho pelo Piauí e revela projetos

Eu já tinha divulgado aqui no Maraca Lotado, o resultado da pesquisa do Instituto Captavox, apontando que 42,2% dos teresinenses são flamenguistas. Isso significa é quase o quádruplo da torcida do segundo colocado, o São Paulo (11,7%). Nada mais justo então a recíproca ser verdadeira. Veja o que diz a mandatária rubro-negra sobre a importância do Piauí para o Flamengo.
A presidente do Clube de Regatas Flamengo, Patrícia Amorim, revelou à equipe de reportagem da TV Cidade Verde relação de proximidade com o Piauí. Ela comentou a paixão pelo futebol e revelou projetos de expansão do clube, que incluem o Estado. "O Flamengo é um clube de apelo popular, de apego com sua torcida. Ele é mais querido e de maior torcida. Tudo no flamengo é enorme e o time está na vanguarda sempre. Elegeu uma mulher presidente enquanto o Brasil não tinha nem ideia para eleger uma mulher para presidência", disse a gestora. Entre as iniciativas, está trazer ao Piauí uma exposição itinerante em comemoração pela conquista do título mundial. Patrícia Amorim contou que eventos como este só são possíveis devido a proximidade com as torcidas espalhadas pelo Brasil. "Acompanhamos todas as embaixadas, todas as torcidas que tem núcleos em todas as cidades e Estados. No Piauí, tenho amigos muito queridos, que inclusive na época da campanha me trouxeram presentes e votos', informou a presidente do Flamengo. (Fonte: CidadeVerde)

domingo, 20 de março de 2011 às 14:24

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Obama agora é rubro-negro

Podem dizer o que quiser sobre a "Operação Obama", mas a verdade é que foi bem divertido vê o presidente dos Estados Unidos recebendo O Manto. Parabéns à Patrícia Amorim, que mesmo sob críticas, manteve seu objetivo: dá uma mensagem ao mundo. Simbolicamente foi uma das ações de marketing mais bem sucedidas dos últimos tempos.

Barack Obama

Barack Obama

Barack Obama

Barack Obama

E a entrega da camisa acabou só se realizando por vontade do próprio Obama. O cerimonial norte-americano, que havia autorizado a presidente do Flamengo entregar o manto à ele, mudou os planos na manhã deste domingo. Sendo assim, Patricia Amorim vestiu a camisa que levava o nome do presidente norte-americano nas costas e esperou por ele, sozinha no gramado da Gávea. (Fonte: Flamengo)

quinta-feira, 17 de março de 2011 às 20:17

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Obama no Flamengo

Poucos devem lembrar, mas segundos antes do gol do Flamengo o sósia do presidente americano Barack Obama apareceu na transmissão da TV. Tenho esse momento gravado, veja o vídeo. Depois daquele título, o cara tornou-se um torcedor símbolo do rubro-negro.

E para comemorar essa relação, que talvez ele nem saiba, o Obama verdadeiro desembarcará no Rio de Janeiro nesse sábado. O helicóptero vai pousar no gramado da Gávea e o presidente vestirá o Manto. Já pensou? Para ficar perfeito bastava o sósia está lá para receber o sujeito. Seria demais.

Obama do mengão

sábado, 19 de fevereiro de 2011 às 15:06

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A famigerada Taça de Bolinhas

Assino embaixo na charge do Mario Alberto sobre o vodu rubro-negro após a entrega da famigerada Taça de Bolinhas ao São Paulo.

Taça de Bolinhas

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domingo, 9 de janeiro de 2011 às 11:07

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Empolgação, mas com olhos bem abertos

Ronaldinho Gaúcho chegando, Thiago Neves garantido, o menino Thomas dando show na Copinha de Futebol Júnior, perebas indo embora, a turma do basquete voando no NBB, novos patrocinadores chovendo na Gávea, bom treinador iniciando o ano,...

A torcida do Flamengo tem tudo para ficar otimista de um bom 2011. Só espero que toda essa papagaiada dentro de campo não deixem os torcedores cegos para os grandes problemas do rubro-negro: falta de Centro de Treinamento, dívida milionária com o INSS, calote na compra de jogadores, gestão amadora,...

Faço votos que o Vampirinho Gaúcho faça vítimas apenas dentro de campo, como nos tempos em que foi duas vezes Bola de Ouro da FIFA (2004-2005) como melhor jogador do mundo.

Vampirinho Gaúcho

domingo, 12 de setembro de 2010 às 13:41

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Um desabafo sobre a humilhação pública do campeão Andrade

Sou rubro-negro desde criancinha. Já naquela época era fanático. Lembro que reunia amigos e primos para rezar durante as partidas. Fazíamos um esquema de revezando de modo que cada um dos 90 minutos tinha alguém ajoelhado no cantinho com um terço na mão. Cresci um pouco e comecei a colecionar artigos relacionados ao clube. Jornais, revistas, álbuns, discos, tudo era catalogado e arquivado.

Um dia minha mãe entrou no meu quarto e levou um susto: eu havia pintado toda a parede com tinta guache vermelha e preta. Sobre os armários muitos quadros e pôsteres de todos os ídolos. No meu aniversário de 10 anos enlouqueci meu pai até ele comprar uma cama com o brasão. Eu vivia assim, fantasiado de radical islâmico.

A idade não me trouxe juízo. Com dinheiro no bolso virei um andarilho. Onde tinha uma TV ligada passando jogo, lá estava eu. Bares, restaurantes, casa do vizinho, qualquer lugar servia. Já escutei centenas de jogos com um radinho colado ao pé do ouvido. Nada era motivo para perder um jogo. Já peguei chuva, sol, doenças. Comprar a camisa virou tradição. Todo ano ficava angustiado até saber que o novo modelo havia chegado. Não importava o preço, bastava dividir em 10 meses e diminuir o leite em casa.

Fui duas vezes ao Maracanã, em ambas não tinha grana e nem tempo, mas fui. Uma vez sai de São Paulo sozinho na madrugada e assisti um Flamengo e Vasco pelo Carioca. Lembro também da oportunidade em que a equipe comandada por Júnior Baiano veio até Teresina. Furei o bloqueio da segurança e tirei fotos com os jogadores. Na saída subi na grade para acenar ao time que ia embora. Torcer pra mim era quase uma profissão. Quando minha filha nasceu, logo comecei o trabalho de flamenguistização da criança. Como um ritual diário, ela beijava a camisa, escutava o hino e dormia ao som de cantigas entoadas pela torcida.

Até que um dia o nosso goleiro, capitão e melhor jogador do time, foi acusado de uma atrocidade. Não algo qualquer, como briga com baderneiros. Estamos falando na morte e esquartejamento da mãe do próprio filho. Por alguns dias refleti profundamente o impacto daquilo no clube. Aos poucos percebi que o clube estava intacto. Perdeu algum dinheiro, mas logo apareceu outro atleta para substituí-lo à altura. Escolheram um novo capitão e seguiu-se a vida.

Torcedores mais sensatos aproveitaram a oportunidade para fazer um histórico dos problemas enfrentados pelo Flamengo ao longo das últimas duas décadas. Foi então que caiu a ficha. Eu havia mudado. Não conseguia mais torcer como antes. Perdi a motivação de sair de casa para assistir aos jogos. Não tinha mais coragem de vestir o uniforme do time. Os amigos próximos logo começaram a dizer que isso era algo passageiro, que tudo seria como antes, o Flamengo era maior do que tudo e que todos.

Pois bem, digo pra vocês que não é. O Flamengo não está cima de tudo!

Sabe por que resolvi fazer esse desabafo hoje? Não é pelo melancólico empate de ontem, não é pelo rebaixamento iminente, não é pela imundice que estão fazendo com o Zico, não é. Resolvi escrever sobre esse meu "conflito existencial", como dizem alguns, por causa do Andrade.

O que a Diretoria do Flamengo fez (e está fazendo) com esse homem é uma falta de respeito sem precedentes. Um clube que se vangloria por ter a maior torcida do Brasil não tem o direito de fazer o que fizeram. Justamente por sua grandiosidade, o Flamengo deveria ser exemplo de moral, ética e respeito. A torcida e os ídolos deveriam ser tratados com afeto e dignidade.

Hoje assisti uma reportagem no Esporte Espetacular, da Rede Globo. Fiquei absolutamente emocionado com a humildade, o caráter e a virtuosidade do Andrade. Ele pegou um clube em ano eleitoral, com 17 anos sem um título nacional, jogadores problemáticos, crise financeira e total falta de estrutura. Tirou o time das últimas posições na tabela e consegui ser campeão brasileiro. Foi escolhido melhor técnico por profissionais da área, classificou o clube pra fase final da Libertadores e manteve aproveitamento superior a 70%. Mas nada disso adiantou.

Por um interesse político de uma mulher que prometeu "um novo Flamengo", ele foi demitido de forma humilhante.

Sabe o que isso trouxe? Ninguém mais quer ir pro Flamengo. Basta notar a dificuldade em contratar novas peças. O clube foi recusado por Felipão, Parreira, Carpeggiani. Ninguém quer ser o próximo "Andrade". Estão certos, afinal, quem de nós iria para uma empresa que premia títulos com ultraje. O que se sucedeu à demissão? O time desceu ladeira abaixo. Perdemos tudo, de pontos na classificação ao respeito próprio. E não devemos nos enganar, fundo do poço não é a segundona. Fundo do poço é o local que o Flamengo está hoje: a falência moral.

Andrade é o símbolo de tudo isso.

Assista à reportagem:

sábado, 11 de setembro de 2010 às 13:03

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Chegou a hora de queimar a Gávea!

Bandeira da Urubuzada

Fiquei estarrecido com as revelações de Zico na coluna semanal em seu site. Reproduzo abaixo o desabafo do Galo diante da escrotidão chamada política rubro-negra. Acho que só queimando a Gávea e levantando outra para limpar o mar de lama que rola dos bastidores do Flamengo. Fico triste, enojado e sedento por uma revolução sangrenta.
Jogo sujo e covardia

Quem acompanha as minhas colunas vai se lembrar que, recentemente, ao falar sobre o Flamengo que queremos ver disse que não daria linhas aos que estão jogando contra o nosso trabalho. E disse isso porque tínhamos dificuldade até para identificar essas pessoas que se dizem flamenguistas, mas que nos bastidores agem para prejudicar uma mudança definitiva no futebol do clube. Sigo optando por não acusar ninguém sem ter as devidas provas, mas esta Conexão dedico a explicar a você, torcedor, um pouco do jogo sujo que está sendo praticado usando as mídias convencionais, mas também os sites, blogs e twitter.

Gostaria de dizer que estou aberto a críticas por erros que tenha cometido ou venha a cometer. Como jogador, tenho orgulho de uma carreira vitoriosa de mais de duas décadas, mas é claro que errei muitas vezes. Portanto, nenhum problema com críticas ao meu trabalho na direção de futebol do clube. Mas o que não vou admitir em hipótese alguma é a covardia de me atacar com mentiras, de atacar meus filhos com acusações absurdas. Defendo a transparência administrativa e faço questão de explicar o que for necessário, mas quero dizer que não falo sobre a política do clube como um todo, respondo apenas pelo departamento de futebol.

Há cerca de duas semanas soube que pessoas ligadas ao Flamengo - não sei qual nível de ligação - estariam plantando boatos de que as contratações do Val Baiano e do Borja teriam sido intermediadas por empresas de meus filhos. Uma mentira covarde muito fácil de ser comprovada. Veículos sérios de imprensa com profissionais que tem credibilidade não caíram nessa história absurda. Mas sempre tem alguém disposto a atender a interesses maldosos, não é mesmo? Pois é. Escondidos em blogs e páginas de relacionamento, publicaram insinuações com teorias diferentes igualmente sem cabimento.

Uns tentaram ligar uma antiga empresa de eventos de meu filho Arthur Junior em sociedade com Alan Espinosa às transações. Outros foram atrás do meu filho Bruno, que é o mais flamenguista de todos e, como presidente do CFZ do Rio, articulou a parceria feita com o Flamengo no ano passado ainda na gestão de Delair Dumbrosck. A insinuação era de que eles, através da mesma empresa, participaram dessas transações e ainda da contratação do Leandro Amaral, recebendo dinheiro como agentes.

O que fizeram essas pessoas maldosas foi misturar casos e anos para tentar me atingir através da minha família. Há cerca de 6 anos, a Eagle, empresa criada pelos meus filhos com o Alan Espinosa e que organiza o Jogo das Estrelas, tentou seguir também o caminho da representação de atletas. E nessa ocasião, pelas ligações do Valdir Espinosa com o Paraguai, a empresa representou o Ramirez na vinda dele ao Flamengo em 2005. Isso foi de conhecimento público.

Eu estava na seleção japonesa nessa época e a ideia deles era dar suporte ao CFZ do Rio e representar atletas. Mas, depois da Copa de 2006, decidi que seria treinador de futebol e disse a eles que não gostaria de ver meus filhos atuando como intermediários em contratações de jogadores. Isso me causaria um desconforto em cada clube que eu chegasse, mesmo trabalhando fora do país.

Bruno e Junior entenderam a minha posição e a Eagle passou a trabalhar apenas com eventos como o Jogo das Estrelas. Enquanto Bruno assumiu a administração do CFZ do Rio e a escola de futebol, Junior optou por fazer um trabalho nos EUA, onde passa boa parte do tempo. Juntou profissionais de qualidade para ser professores e montou clinicas em várias regiões do país. Tendo um sócio radicado e empresa estabelecida nos EUA, nos últimos anos vem se dedicando a isso. Foi assim que fiz no meio deste ano uma clinica nos parques da Disney.

Se dependesse de muitos de meus familiares – incluindo o próprio Junior, que torce para o Guarani - e amigos, eu hoje não estaria na direção de futebol do Flamengo. Todos temendo pela minha saúde, pelo meu desgaste em função de acusações, covardias como essas. Mas eu já imaginava que tudo isso poderia acontecer.

Quero declarar ao torcedor do Flamengo que me acompanha e está apoiando nosso trabalho que essas pessoas desonestas e mal intencionadas não vão me intimidar desta forma suja. Não tenho medo desse jogo. Vou seguir fazendo o que acredito, comandando a reestruturação do futebol, trabalhando na construção do CT e na formação de atletas para um futuro melhor para o Flamengo. Se quem dirige o clube entender que eu não devo mais administrar o futebol, eu saio. Não tenho apego ao cargo e jamais quero atrapalhar o Flamengo. Mas quero que os críticos apareçam para o debate franco com críticas sérias. E podem vasculhar minha vida, da minha família, que estou aberto a isso. Será que essas pessoas estão dispostas também ao jogo aberto?

Sobre Borja, Val, Leandro e tantos outros, o que digo é que tratei de todos os casos diretamente. Meu filho Bruno muitas vezes me ajuda a localizar este ou aquele jogador ou mesmo empresário porque conhece muitos atletas. Borja, por exemplo, foi uma sugestão de um empresário do sul chamado Machado, que mal conheço, aprovada pelo Rogerio e seu auxiliar marcelo Buarque. Vimos o DVD, um jogador jovem e barato e trouxemos como aposta. Não era para resolver os problemas. Val Baiano foi o segundo artilheiro do Brasileirão 2009 e tratei diretamente com o jogador, sem empresário. O mesmo caso do Leandro Amaral.

O curioso é que nas contratações do Deivid e do Diogo - jogadores com mais nome - não tentaram envolver meus filhos. Muito conveniente e covarde escolher os atacantes que não estão conseguindo fazer os gols para ilustrar esses boatos no momento em que o Flamengo passa por dificuldades.

Para finalizar, meu recado para o torcedor é parecido com o que já tinha dado em colunas anteriores. Cuidado com o que você lê por aí em blogs, sites e até na mídia convencional. Alguns desses que escrevem mentiras nós não sabemos muito bem de que lado estão, mas sabemos que não tem compromisso algum com a verdade. Há aqueles que têm interesses que vão muito além da notícia. E tem ainda o grupo dos que fazem por pura maldade ou porque não gostam do Flamengo ou estão sendo usados pelo que chamam de “fontes”. Esses grupos, que se entranham nos veículos de comunicação e na internet, aos poucos estamos localizando e minha posição será ignorá-los respondendo apenas quando for ofendido. E questionando judicialmente quando for necessário. Espero que você observe com atenção e faça o seu julgamento.

Até a semana que vem!
Autógrafo do Zico

domingo, 30 de maio de 2010 às 21:18

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Deus voltou!

Zico

Zico no Flamengo? Meu Deus do céu, que alegria. Com ele temos o início de uma nova era de profissionalismo, responsabilidade, compromisso. Todos os patrocinadores vão querer vir pro Flamengo, todos os jogadores voltarão a sonhar em vestir o Manto Sagrado, os políticos não terão coragem de comprar briga. É como se o clube tivesse morrido e renascido. Com a bagunça ganhamos tudo, imagine agora... vai ser o jeito jogar a Champions League.
Em reunião realizada neste domingo no Centro de Futebol Zico, no Recreio dos Bandeirantes, Zico e Patrícia Amorim chegaram a um acordo para que o Galinho assuma o cargo de Diretor Executivo de Futebol do Flamengo. Foram três horas de conversa para que fossem ajustadas algumas questões. A principal foi que Zico não aceitava ser remunerado através da folha de pagamento do clube. Isso foi viabilizado a partir da entrada dos patrocinadores.

- É um grande desafio pela frente. A meta é profissionalizar o futebol do Flamengo, concluir o CT, dar melhores condições ao time e elevar o nome do clube como uma referência. Eu já tinha vontade de ficar no Brasil e sei que colaborar. Conversei muito tempo com a Patrícia, temos muito trabalho pela frente e minha única exigência era não ser remunerado pelo clube- disse Zico ao ZNR. (Fonte: ZNR)

domingo, 25 de abril de 2010 às 10:58

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Jornal do Sports entrevista Edmundo dos Santos Silva

Edmundo dos Santos Silva"Edmundo, quanto o senhor roubou do Flamengo?" Com essa pergunta inicial o Jornal dos Sports inicia uma ótima entrevista com o ex-presidente Edmundo dos Santos Silva. Achei muito boa, só assim pra gente entende um pouco como funciona a política na Gávea. Pena que o repórter não o tenha questionado com números e o tenha deixado falar livremente.

Lógico que o Edmundo acabou com o Flamengo. Esse cara era para estar na cadeia. Mas é evidente também que boa parte do que ele disse sobre a gestão do Márcio Braga também é verdade. Por isso (podem me chamar de louco), tenho muitas esperanças que daqui pra frente tudo será diferente.

Assista um trecho da entrevista:

sábado, 24 de abril de 2010 às 19:09

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A SuperNanny rubro-negra

Patrícia Amorim


Quem tem filho provavelmente já assistiu ao programa da SuperNanny, que atualmente passa no canal GNT. A psicóloga infantil sempre oferece ótimas técnicas pra controlar crianças mimadas. O que o Flamengo precisa é justamente isso, educação. E a presidenta Patrícia Amorim está mostrando que entende bem do assunto.

Quando da coletiva de demissão do Andrade/Braz, houve o episódio do batuque conduzido por alguns jogadores e liderado pelo Vagner Love. E o que fez a mandatária? Ficou passiva, ignorou. É exatamente isso que orienta a SuperNanny. As crianças (rubro-negras) só querem chamar atenção.

Todo mundo sabe que a SuperNanny só chega pra acabar com a farra. Depois sim, ela chama a criança pro quartinho da reflexão, fica olho-no-olho com o delinquente e fala com voz grave:

- Não faça mais isso ou você irá para o castigo!

Não dá outra, quando a molecada percebe que o papo é sério, entra no eixo.

Fatalmente o Flamengo vai iniciar uma nova era. Isso não quer dizer fim das malcriações e birras, afinal, desde que inventaram o futebol todo craque é mimado. Mas o Patrícia já abriu caminho para seu grande legado: a profissionalização do Flamengo.

quinta-feira, 22 de abril de 2010 às 01:31

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Banheiro da Patrícia Amorim...

Banheiro da Patrícia Amorim...

sábado, 17 de abril de 2010 às 11:35

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O único campeão de 1987

Nação rubro-negra, veja o que Juca Kfouri disse em seu blog:

Juca Kfouri
A taça do Flamengo tem de ser a original, por ser ele o primeiro pentacampeão brasileiro[...]. Aliás, Ricardo Teixeira ontem mostrou-se tão desinformado sobre o tema que disse ser a taça “complemento do torneio de 1987″. "Complemento" uma ova. A taça foi feita para o pentacampeão e em 1987 o Flamengo foi tetra e nem podia, então, reivindicá-la, coisa que só passou a fazer depois do título de 1992. [...] Em tempo: se esta reviravolta mudar a decisão da CBF que, então, entregará a taça ao Flamengo, não mudará a visão que o blog tem da questão. Só houve um campeão brasileiro legítimo em 1987: o Clube de Regatas do Flamengo.

Parabéns Juca. Concordo contigo! O Flamengo não tem que dividir taça com ninguém. Pelo contrário. O Flamengo tem sim que ser indenizado pelos anos que ficou sem o troféu de 1987, a Taça de Bolinhas e - principalmente - a participação na Libertadores de 1988. Quem vai pagar essa conta?

quarta-feira, 14 de abril de 2010 às 15:12

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Por que o Flamengo perdeu a Taça de Bolinhas?

Taça de BolinhasAcabei de saber no programa Arena SporTV que a famigerada Taça de Bolinhas, representando o primeiro pentacampeonato brasileiro irá para o São Paulo. Com isso, a CBF mais um vez perde a oportunidade de reconhecer o título brasileiro do Flamengo em 1987.

Mas qual seria o motivo? Amigos, conforme noticiado em todos os portais, o Kleber Leite era o candidato da CBF para o Clube dos 13. Nossa presidenta Patrícia Amorim teve a chance de votar nele, mas não o fez. Resultado: perdeu a Taça de Bolinhas. E não para por aí. A CBF irá caçar todos que votaram contra.

Só lamento a ignorância da CBF. Ela esquece que o objeto dessa disputa não é um mero troféu de metal. Estamos falando de uma geração formada por Zico, Andrade, Leandro, Bebeto, Renato Gaúcho, Leonardo, Zinho... Eles não foram campeões em 1987? Idiotas esses engravatados da CBF.

Flamengo Campeão Brasileiro 1987