sábado, 10 de julho de 2010 às 12:24

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A nação rubro-negra e seus bad boys

Bruno

Desde que começou essa confusão envolvendo o Bruno, tenho pensado em escrever um texto sobre o assunto. Desisti quando li o texto da Ruth de Aquino. Assino embaixo até das vírgulas e reticências.
A nação rubro-negra e seus bad boys
Ruth de Aquino - Revista Época

Vencer, vencer, vencer. Uma vez Flamengo, Flamengo até morrer. O clube planeja processar o goleiro Bruno por perdas e danos. Danos morais, porque o crime macabro de Eliza manchou a imagem do Flamengo e traiu uma torcida apaixonada, do tamanho da população do Canadá. Danos financeiros, porque só faltava a assinatura no contrato que venderia Bruno ao Milan por 15 milhões de euros. Foi um golpe no coração rubro-negro. Foi um rombo no caixa da Gávea.

O goleiro Bruno é o exemplo mais radical e extremo de uma geração de talentosos atletas rubro-negros que, em quase duas décadas, se tornaram astros mimados, vaidosos, indisciplinados e sem limites. Foi depois da era Zico. Entrou a turma do oba-oba. Como em famílias ricas que passam a mão na cabeça dos pimpolhos que acabam em delegacias, acusados de tráfico de drogas e acidentes de trânsito com morte, o Flamengo permitiu que destrambelhados vestissem o manto rubro-negro e fizessem suas estripulias impunemente.

Um time que apostava nas categorias de base e sempre teve como lema “Craque o Flamengo faz em casa” passou a sofrer com o antiprofissionalismo e a falta de pudor de alguns elementos.

Em 1992, um artilheiro do Flamengo, o Gaúcho, foi uma das más influências sobre o grupo. Apresentou a boemia aos Gaúcho’s boys, Djalminha, Marcelinho, Marquinhos, Paulo Nunes. A partir do ano 2000, quando o Flamengo passou a lutar várias vezes contra o rebaixamento, surgiu a “turma do chinelinho”. Para quem não sabe, eram os jogadores que apareciam de chinelo alegando contusão para não treinar. Poder, dinheiro, estrelismo, vaidade, tudo isso sobe à cabeça de muitos jogadores que saíram de favelas. Alguns eram os mais promissores, os que atraíam mais torcedores aos estádios. Ou se dá limite, ou já era.

Quando o Edmundo, o Animal, chegou ao Flamengo, em 1995, ele e o baixinho Romário deram uma contribuição musical à glamorização da malandragem: o Rap dos Bad Boys. Com bad boys no seu time, você pode comemorar/Somos bad boys, isso não tem nada a ver/..../O point preferido: quiosque Viajandão/Tem muito futevôlei, e o pagode é da pesada. Em dezembro de 1995, Edmundo provocou um desastre de trânsito que matou três pessoas.

Não é preciso proibir sexo nem sorvete, ou virar evangélico. Mas integridade e caráter são essenciais, especialmente em ídolos que inspiram nossas crianças. É uma ironia que, logo quando a dupla exemplar Patricia Amorim e Zico assume para arrumar a casa, ídolos do Flamengo como Adriano, Vágner Love e Bruno mergulhem numa escalada de violência e escândalos envolvendo traficantes, mulheres, brigas, orgias... culminando agora com um homicídio triplamente qualificado, com requintes de crueldade. Na sexta-feira, Bruno, herói altivo de tantas disputas em campo, tinha trocado seu figurino elegante de goleiro por um uniforme vermelho de presidiário em Minas Gerais. E ouvia de populares os gritos que sempre o perseguirão: “Assassino!”. Seja qual for o desfecho da investigação.

O Flamengo gastou ao todo em torno de US$ 5 milhões para ter os direitos econômicos sobre Bruno. Em troca do goleiro, deu ao Atlético Mineiro um atacante, Tardelli, que valia US$ 2 milhões, e pagou US$ 1,5 milhão em dinheiro. O restante foi pago a Bruno e seu empresário. Agora, na negociação com o Milan intermediada por seu ex-jogador Leonardo, o Flamengo ganharia uma fortuna. “Esse pateta pôs tudo a perder”, disse a ÉPOCA uma fonte do clube. O Flamengo brigará na Justiça para não ser obrigado a pagar metade do salário a Bruno enquanto não for condenado, como prevê a lei trabalhista.

“Um débil mental que jogou sua vida no ralo e comprometeu o clube” – essa é a imagem de Bruno no Flamengo. Por que o goleiro não tirou de sua remuneração mensal de R$ 300 mil um naco para dar de pensão a Eliza e ao filho dele, Bruninho? Totalmente alheio à realidade, como se fosse um psicopata desprovido de remorso, Bruno só se preocupava, na delegacia de homicídios do Rio, com sua improvável escalação para a Copa de 2014 no Brasil. (Fonte: Época)

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O nome dele é Cristian Borja

Cristian Borja

Ando meio desconfiado desses jogadores que estão chegando. Mas pelo menos esse atacante colombiano Cristian Borja, ex-Caxias/RS, tem jeitão de craque. Assisti aos gols dele e fiquei impressionado com a frieza na pequena área. Em vários gols ele dribla o goleiro, a zaga, sem pressa em chutar pro gol.

Gostei também da forma como ele bate na bola. Pelo que deu para perceber, ele não é aquele atacante que chuta de qualquer jeito. A batida dele é similar a do Cristiano Ronaldo, tiro curto e com queda rápida da bola. Muito bom. A corrida com a bola no pé me lembrou o Faustino Asprilla.

Espero que faça muitos gols com a camisa do mengão! Bem vindo, Borja.

sábado, 3 de julho de 2010 às 15:00

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Goleiro Bruno é capa das revistas Veja e IstoÉ

Revista Veja Revista IstoÉ

Caralho, o Bruno é capa das revistas Veja e IstoÉ dessa semana.

domingo, 6 de junho de 2010 às 19:41

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Fim-de-semana para o Flamengo esquecer

Primeiro a vexatória derrota pro Goiás, depois a perca do título no basquete pro Brasília e agora, até no Piauí, o rubro-negro levou chinelada.

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Promoção do Zico

O site oficial do Flamengo está fazendo uma promoção para comemorar o retorno do Galinho. Pra isso basta se cadastrar e escrever uma frase juntando as palavras: Flamengo, Zico e campeão. As 50 melhores serão colocadas em votação. As 10 mais votadas ganham uma camisa oficial do ídolo autografada. Estou concorrendo com a seguinte pérola:
Zico significa Flamengo. Flamengo significa campeão. O significado de tudo isso é a alegria da Nação.

sábado, 5 de junho de 2010 às 21:32

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Funeral na despedida do Maracanã

Juan

Foi triste assistir ao Flamengo hoje. Tenho certeza que para nós rubro-negros, a única coisa que motiva é a camisa. Nada nesse time que entrou em campo faz lembrar o hexa. Falta tudo, de talento a raça. A derrota contra o Goiás foi vexatória. Como podemos entregar três pontos em casa dessa forma? Vou fechar o olho quando essa partida passar no DVD do hepta.

O pior é a imprensa tripudiando. Falar do Ronaldinho Gaúcho e Riquelme é palhaçada. Parece que os caras divulgam essas idiotices só pra depois ficar rindo da nossa cara.O Flamengo vai jogar o segundo semestre com o Torozinho Gaúcho e Vinicius Pachequelme. Essa é nossa realidade. E como desgraça pouca é bobagem, agora nem Maracanã temos mais, já que ficará dois anos e meio fechado.

Mas essa derrota humilhante tem seu lado bom. Ela revela nossa verdadeira face. Somos um time feio. Ficar bem na tabela nos deixaria um mês na ilusão que temos bons jogadores. A derrota ajuda a bagunçar ainda mais a Gávea. E todo mundo sabe que da bagunça sempre sai coisa boa. Nessa pressão ficarão apenas dos homens, os meninos irão todos embora. Independente dos nomes, espero que mude a filosofia de jogo, ultimamente temos jogado como na várzea.

Ficha técnica:
FLAMENGO 1 X 2 GOIÁS
Bruno, Welinton, David e Ronaldo Angelim; Leonardo Moura, Maldonado (Camacho), Toró (Fernando), Michael e Juan; Bruno Mezenga e Vinícius Pacheco (Diego Maurício). Técnico: Rogério Lourenço.
Estádio: Maracanã.
Gols: no segundo tempo, Toró, aos seis minutos; Hugo, aos 39; e Otacílo Neto, aos 42.
Público: 11.855 pagantes.

sexta-feira, 4 de junho de 2010 às 20:55

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Cercado por mulheres, Adriano bebe uísque na praia

Adriano Imperador foi flagrado, na manhã desta sexta-feira, mais precisamente às 9h50m, cercado por seis mulheres em um quiosque em frente à Praia da Macumba, na Zona Oeste do Rio. O jogador da Roma e suas "amigas" estavam vestidos como se estivessem chegado de uma noitada. Tanto é que Adriano chegou vestido com uma camisa de manga comprida preta e depois a retirou e ficou usando apenas uma camiseta branca. Em cima da mesa onde Adriano estava, chamava atenção um garrafa de uísque pela metade e algumas latas de cerveja. Amanda Parga, irmã do ex-BBB Kadu, não estava no grupo que acompanhou Adriano. Segundo pessoas próximas ao jogador, o affair não foi para frente. Após ficarem juntos em duas oportunidades, o jogador perdeu o interesse na jovem. (Fonte: Extra)
O cara sabe viver, isso ninguém pode negar.

quinta-feira, 3 de junho de 2010 às 00:42

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Vencemos a bagunça, a violência e a perebice

Ganhar jogando bem é mole, quero vê ganhar jogando mal. Foi isso que fizemos hoje. Foi 0 a 1 suado em cima do porco com gol inventado do Vagner Love. Por isso é importante ter um jogador diferenciado em campo. O cara tira um gol de uma jogada impensável. Subimos bem na tabela e marcamos mais três pontinhos jogando fora. Agora é garantir no jogo do Maracanã pra passar a copa tranquilo.

Sou daqueles flamenguistas tradicionais, do tipo que quando ganhar tudo está certo e quando perde tudo está errado. Mas hoje vou ser um pouco chato e criticar o time. Acho que o mengão jogou mal posicionado. O time parecia bagunçado em campo. As jogadas de escanteio mais pareciam um carnaval. Os caras correm pra cima da bola, esquecendo o setor e a marcação fora da jogada.

O esquema com três zagueiros é interessante, mas precisa de um meio mais veloz pra funcionar. Não gostei da participação do Vinicius Pacheco. É uma pena, no começo do ano ele finalmente parecia que iria se tornar um grande jogador. Um semestre depois e cada dia fica mais claro que ele não tem futebol pra jogar no mengão. O primeiro tempo sumiu total. A sorte dele é que o Diego Maurício é fraquinho fraquinho.

De maneira geral foi um jogo sonolento. Nenhum jogador foi muito bem e nem muito mal. Até o Pet andou tropeçando nas próprias pernas. O Juan deu uns três chutes patéticos, nem parecia jogador profissional. O Bruno não, esse foi bem. Sempre seguro e controlando a velocidade do jogo. Fica meu protesto apenas para as entradas maldosas dos palmeirenses. Juizinho fulera, não expulsou ninguém. Mas no final das contas, vencemos, apesar de tudo.

Ficha técnica:
PALMEIRAS 0 X 1 FLAMENGO
Bruno, Welinton, Álvaro, Ronaldo Angelim; Leonardo Moura, Maldonado, Fernando, Vinícius Pacheco (Diego Maurício), Petkovic (Michael) e Juan; Vagner Love. Técnico: Rogério Lourenço.
Estádio: Pacaembu, São Paulo.
Gol: Vagner Love, aos 42 minutos do segundo tempo.

quarta-feira, 2 de junho de 2010 às 18:27

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Ceará poderá sediar jogos do Brasileirão no Piauí

Com a interdição do estádio Castelão para obras relativas à Copa do Mundo de 2014, o time do Ceará pode sediar seus jogos pelo Campeonato Brasileiro no Albertão, em Teresina. A informação vem de uma fonte próxima à diretoria do clube. Espero que seja verdade. Outra alternativa seria o estádio Presidente Vargas, na própria cidade de Fortaleza, mas acho improvável pela baixa capacidade, apenas 22 mil lugares.

domingo, 30 de maio de 2010 às 21:18

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Deus voltou!

Zico

Zico no Flamengo? Meu Deus do céu, que alegria. Com ele temos o início de uma nova era de profissionalismo, responsabilidade, compromisso. Todos os patrocinadores vão querer vir pro Flamengo, todos os jogadores voltarão a sonhar em vestir o Manto Sagrado, os políticos não terão coragem de comprar briga. É como se o clube tivesse morrido e renascido. Com a bagunça ganhamos tudo, imagine agora... vai ser o jeito jogar a Champions League.
Em reunião realizada neste domingo no Centro de Futebol Zico, no Recreio dos Bandeirantes, Zico e Patrícia Amorim chegaram a um acordo para que o Galinho assuma o cargo de Diretor Executivo de Futebol do Flamengo. Foram três horas de conversa para que fossem ajustadas algumas questões. A principal foi que Zico não aceitava ser remunerado através da folha de pagamento do clube. Isso foi viabilizado a partir da entrada dos patrocinadores.

- É um grande desafio pela frente. A meta é profissionalizar o futebol do Flamengo, concluir o CT, dar melhores condições ao time e elevar o nome do clube como uma referência. Eu já tinha vontade de ficar no Brasil e sei que colaborar. Conversei muito tempo com a Patrícia, temos muito trabalho pela frente e minha única exigência era não ser remunerado pelo clube- disse Zico ao ZNR. (Fonte: ZNR)