Acabei de saber no programa Arena SporTV que a famigerada Taça de Bolinhas, representando o primeiro pentacampeonato brasileiro irá para o São Paulo. Com isso, a CBF mais um vez perde a oportunidade de reconhecer o título brasileiro do Flamengo em 1987.
Mas qual seria o motivo? Amigos, conforme noticiado em todos os portais, o Kleber Leite era o candidato da CBF para o Clube dos 13. Nossa presidenta Patrícia Amorim teve a chance de votar nele, mas não o fez. Resultado: perdeu a Taça de Bolinhas. E não para por aí. A CBF irá caçar todos que votaram contra.
Só lamento a ignorância da CBF. Ela esquece que o objeto dessa disputa não é um mero troféu de metal. Estamos falando de uma geração formada por Zico, Andrade, Leandro, Bebeto, Renato Gaúcho, Leonardo, Zinho... Eles não foram campeões em 1987? Idiotas esses engravatados da CBF.
Hoje o programa "Arena SporTV" trouxe a participação especial do Zico. Sensibilizado com as palavras do nosso Galinho, mandei uma mensagem especial pra ele:
Sou do Piauí. Por aqui o Zico é muito mais do que uma lenda. Zico é Deus!
Ele ficou meio constrangido, mas sabe que é verdade. Acima de tudo fiquei feliz por minha oração ter atingido seu objetivo. Amém, rubro-negros.
Veja o vídeo:
Desculpa a qualidade, capturei com minha pobre cyber-shot.
É meus amigos rubro-negros, a cada dia vou ficando mais empolgado com esse carioquinha. Até que não seria mal um inédito tetra em cima do foguinho. Nem tenho mais criatividade para invocar esses botachorenses. Acho que vou só entregar um lencinho pra eles, como de hábito.
Tudo graças à boa vitória de hoje em cima do Vasco. Fiquei até com pena deles. O mengão nem precisou se esforçar pra ganhar a semifinal de hoje. Jogamos até mal, mesmo assim fomos superiores. Dava pra ter matado o jogo no primeiro tempo, mas tudo bem.
Apesar da vitória, não dá para esconder as falhas do Andrade. O Petkovic tinha que ser titular. A zaga do freguês estava marcando em linha. Até o Bruno Mezanga deu dois belos lançamentos pro Vagner Love, imagina o que o Pet faria.
O Michael foi muito mal, totalmente perdido em campo. Acho que ele não entendeu as instruções do técnico. Ou então a marra já subiu à cabeça. Outro ruim foi o Juan, não conseguia nem ficar de pé.
Mas tudo isso não tem importância, treino é pra isso mesmo. Jogo de verdade é quarta-feira, contra o Universidade Católica, no Chile. É vida ou morte na Libertadores. Tenho fé que venceremos numa batalha épica e rumaremos pras oitavas com mais força ainda.
2 a1. Foi bom. Espero que o freguês também tenha gostado.
Hô-hô-hô… Feliz natal meus amigos rubro-negros. Hoje o Zico faz 57 anos e a comemoração não podia ser em lugar melhor: o Maracanã. Como maior artilheiro do solo sagrado, o galinho merecia uma festa de gala.
Mas esse Flamengo e Madureira não foi lá essas coisas. Os protagonistas estavam com sono e os convidados sequer apareceram. O público foi um dos menores da história do mengão. Mas no final das contas, os "2 a 0" nos deu a liderança da Taça Rio e isolou Vagner Love na artilharia. Barba, cabelo e bigode (tá, faltou o bigode).
Bruno: 5. Mal tocou na bola, mas quando o fez, errou as saídas de bola com chutes sem direção. Para completar sentiu a coxa.
Álvaro: 10. Muito sério e seguro. Voltou a ser o grande xerife da zaga rubro-negra.
Fabrício: 7. Tem um jeito de meninão desengonçado, não sabe chutar e carece de habilidade, mas está fazendo bonito durante essa má fase do Angelim.
Williams: 4. Muito estabanado e errando jogadas simples. Esteve mal hoje, algo raro.
Toró: 7. Sempre competente na proteção da zaga, mas não vejo a hora do Maldonado voltar ao time.
Fernando: 8. Fez o gol e mais uma vez provou que tem futebol pra ser titular. O estilo clássico lembra muito o estilo do Ibson.
Juan: 0. Com dribles manjados e cruzamentos ruins, foi o pior do time. Não entendo como ele pode ser o cobrador oficial de faltas e escanteios. E se não bastasse, ainda levou um amarelo infantil.
Léo Moura: 6. Caiu muito de produção em relação a outros jogos. Faltou mais subidas ao ataque e enfiadas de bola.
Fierro: 5. Bastante esforçado e participativo, mas foi pouco eficiente. É o mais burocrático do time.
Rodrigo Alvim: 2. Deu um belo cruzamento pro Love e nada mais.
Petkovic: 0. Fez careta enquanto esteve no banco. Nos dez minutos que entrou nada fez.
Ramon: 4. Visivelmente fora de forma e sem mobilidade, mas mostrou entrosamento com o Love na bela assistência do segundo gol.
Vinícios Pacheco: 6. Como sempre se movimentou muito, mas deixou o Love isolado e não criou jogadas de gol.
Vagner Love: 8. Tem muita habilidade e disposição, mas errou um gol cara a cara e finalizou mal outras jogadas. No final se recuperou e marcou um lindo gol de canhota. Após o gol, desabafou com a pequena torcia que o vaiava. Assumiu a artilharia com 9 gols e pra mim merece vaga na Copa. Love é craque!
Andrade: 6. Gostei da postura rígida ao final do e tempo, cobrando o time e dando bronca. Mas demorou pra colocar o Pet.
Flamengo: 7. tem jogado o suficiente pra vender as partidas. Por enquanto está dando certo, mas espero vê o time mais alegre. O jogo teve um outro efeito: comecei a sonhar com esse título estadual. Como a Libertadores só termina em agosto, seria chato passar todo o semestre sem taça. O tetra do Carioca será bem-vindo.
O Flamengo estreia hoje na Libertadores contra o Universidad Católica do Chile. Todos os cronistas estão prevendo muitas dificuldades pro mengão. Ainda assim, estou esperançoso por uma boa partida. O time tem demonstrado muita experiência e tranquilidade. Acho que hoje é dia de baile no Maracanã.
Coincidentemente, em 23 de novembro de 1981 o Flamengo pegava outro time chileno, o Cobreloa, na decisão da Taça de 1981. O jogo aconteceu no Estádio Centenário, Uruguai, marcando a partida de desempate. O Fla derrotou o Cobreloa por 2 a 0, com os dois gols do Zico, aos 18min do primeiro e aos 39min do segundo.
Eu só tinha três dias de vida quando o mengão levantou aquela taça, mas já sentia na pele o orgulho rubro-negro. Vamos torcer para que Raul, Nei Dias, Marinho, Mozer, Júnior, Leandro, Andrade, Zico, Tita, Nunes e Adílio, inspirem Bruno, Léo Moura, Álvaro, Fabrício e Juan; Toró, Williams, Kleberson e Vinícius Pacheco; Vagner Love e Adriano.
Dois dias depois de sofrer um acidente de carro, o goleiro Julio César voltou hoje a treinar na Inter de Milão. Ele inclusive parece que vai entrar em campo contra o Chelsea, no jogo de ida das oitavas de final da Liga dos Campeões.
Não sei se é por causa da Copa do Mundo, a verdade é que o Júlio – aparentemente – não tem a menor condição física e psicológica de voltar ao trabalho. Quem autorizou está colocando o profissional acima do ser humano. E esse é só mais um exemplo da força escravocrata que o futebol exerce nos profissionais.
Outro caso recente é o do técnico Ricardo Gomes, do São Paulo. O cara sofreu um acidente vascular cerebral e mesmo assim foi autorizado a participar da entrevista coletiva pós-jogo! A diferença é que nesse caso o médico deu 90 dias de descanso. Mas eu duvido que ele cumpra, principalmente com o fantasma do Muricy Ramalho circulando por aí.
A Olympikus lançou agora a pouco o novo manto sagrado do Flamengo para a temporada 2010. O primeiro jogo com a roupa nova será nessa próxima quarta-feira, na estreia na Taça Libertadores contra o Universidade Católica.
A camisa até que ficou interessante. Com relação ao uniforme 1, achei que manter as listras na mesma espessura foi um tremendo avanço. O escudo bordado também. Da mesma forma gostei do detalhe da gola em "V". Outro ponto forte foi o pequeno corte vermelho sobre a manga preta. Achei que ficou um visual moderno.
O problema é o de sempre: os patrocinadores. A Batavo exagerou na estampa. Ridículo, chamativo demais. A BMG também não colaborou. Bem que podiam ter aceitado colocar tudo branco mesmo. O nome Olympikus em caixa alta e sem as três argolinhas ficou feio. Colocá-las no detalhe da gola ficou parecendo coisa de camisa falsificada.
Eu gostei mesmo foi do uniforme 2. Apesar de fugir completamente às nossas tradições, o patrocínio está mais discreto e o detalhe do corte da gola ficou ainda mais bonito. Vou comprar essa. Só não sei quando. Não tenho grana para bancar R$ 160 pilas!!! Absurdo. Podiam tranquilamente nos vender a R$ 50 e ainda sair faturando alto. Eles se aproveitam do nosso amor incalculável pelo Flamengo.
Depois de acertar o patrocínio com a Batavo e aceitar um imenso emblema azul na frente e nas costa do "manto sagrado", o Flamengo está prestes a acertar com o Banco BMG e estampar a marca nas mangas. Bom para os cofres, mas e para nossas tradições seculares?
Penso da seguinte forma: se é para ser assim, sugiro que o Flamengo deveria aderir de vez à moda dos mega-patrocínios. O clube deveria trocar suas cores. Quem sabe um manto azulão. Ficaria bem com a logo da Batavo. Laranja também fica show. É para se vender? Então muda de nome. Clube de Regatas Batavo/BMG.
No vôlei é assim. Quando uma empresa compra o clube, ela muda tudo. Lembra do Bradesco no Osasco? Tudo vermelho. No futebol aos poucos as grandes empresas começam a dominar. Você sabe qual a cor do uniforme de treinamento do alvi-negro Atlético Mineiro? Sabe quem é o patrocinador...
Acho dinheiro importante sim! Mas ele não pode roubar nossa identidade. Não pode ser maior do que nossas tradições. Quer patrocinar o Flamengo? Pois sujeite-se ao nosso padrão de cores e formatos. Isso valoriza o clube e, por tabela, o próprio patrocinador. Não podemos vender nossa alma!